Psicanálise

  • Wikipédia

Psicanálise é um campo clínico e de investigação teórica da psique humana independente da Psicologia, que tem origem na Medicina, desenvolvido por Sigmund Freud, o pai da psicanálise, médico que se formou em 1881, trabalhou no Hospital Geral de Viena e teve contato com o neurologista francês Jean Martin Charcot, que lhe mostrou o uso da hipnose.

Freud, médico neurologista austríaco, propôs este método para a compreensão e análise do homem, compreendido enquanto sujeito do inconsciente, abrangendo três áreas:

  1. um método de investigação do psiquismo e seu funcionamento;

  2. um sistema teórico sobre a vivência e o comportamento humano;

  3. um método de tratamento caracterizado pela aplicação da técnica da Associação Livre.

Essencialmente é uma teoria da personalidade e um procedimento de psicoterapia; a psicanálise influenciou muitas outras correntes de pensamento e disciplinas das ciências humanas, gerando uma base teórica para uma forma de compreensão da ética, da moralidade e da cultura humana.

Em linguagem comum, o termo "psicanálise" é muitas vezes usado como sinônimo de "psicoterapia" ou mesmo de "psicologia". Em linguagem mais própria, no entanto, psicologia refere-se à ciência que estuda o comportamento e os processos mentais, psicoterapia ao uso clínico do conhecimento obtido por ela, ou seja, ao trabalho terapêutico baseado no corpo teórico da psicologia como um todo, e psicanálise refere-se à forma de psicoterapia baseada nas teorias oriundas do trabalho de Sigmund Freud; psicanálise é, assim, um termo mais específico, sendo uma entre muitas outras formas de psicoterapia, no entanto a psicanálise não é uma ciência, sendo na melhor das hipóteses apenas uma prática médica.

De acordo com Sigmund Freud, psicanálise é o nome de um procedimento para a investigação de processos mentais que são quase inacessíveis por qualquer outro modo, um método (baseado nessa investigação) para o tratamento de distúrbios neuróticos, e uma coleção de informações psicológicas obtidas ao longo dessas linhas, e que gradualmente se acumulou numa "nova" disciplina científica. A essa definição elaborada pelo próprio Freud pode ser acrescentada um tratamento possível da psicose e perversão, considerando o desenvolvimento dessa técnica do pseudônimo.

Ainda segundo o seu criador, a psicanálise cresceu num campo muitíssimo restrito. No início, tinha apenas um único objetivo — o de compreender algo da natureza daquilo que era conhecido como doenças nervosas ‘funcionais’, com vistas a superar a impotência que até então caracterizara seu tratamento médico. Em sua opinião, os neurologistas daquele período haviam sido instruídos a terem um elevado respeito por fatos químico-físicos e patológico-anatômicos e não sabiam o que fazer do fator psíquico e não podiam entendê-lo. Deixavam-no aos filósofos, aos místicos e — aos charlatães; e consideravam não científico ter qualquer coisa a ver com ele.

Os primórdios da psicanálise datam de 1882 quando Freud, médico recém formado, trabalhou na clínica psiquiátrica de Theodor Meynert, e mais tarde, em 1885, com o médico francês Charcot, no Hospital Salpêtrière (Paris, França). Sigmund Freud, um médico interessado em achar um tratamento efetivo para pacientes com sintomas neuróticos ou histéricos. Ao escutar seus pacientes, Freud acreditava que seus problemas se originaram da não aceitação cultural; ou seja, seus desejos eram reprimidos, relegados ao inconsciente. Notou também que muitos desses desejos se tratavam de fantasias de natureza sexual. O método básico da psicanálise é o manejo da transferência e da resistência em análise. O analisado, numa postura relaxada, é solicitado a dizer tudo o que lhe vem à mente (método de associação livre). Suas aspirações, angústias, sonhos e fantasias são de especial interesse na escuta, como também todas as experiências vividas são trabalhadas em análise. Escutando o analisado, o analista tenta manter uma atitude empática de neutralidade. Uma postura de não-julgamento, visando a criar um ambiente seguro.

A originalidade do conceito de inconsciente introduzido por Freud deve-se à proposição de uma realidade psíquica, característica dos processos inconscientes. Por outro lado, analisando-se o contexto da época observa-se que sua proposição estabeleceu um diálogo crítico à proposições Wilhelm Wundt (1832 — 1920) da psicologia com a ciência que tem como objeto a consciência entendida na perspectiva  neurológica (da época) ou seja opondo-se aos estados de coma e alienação mental.

Muitos colocam a questão de como observar o inconsciente. Se a Freud se deve o mérito do termo "inconsciente", pode-se perguntar como foi possível a ele, Freud, ter tido acesso a seu inconsciente para poder ter tido a oportunidade de verificar seu mecanismo, já que não é justamente o inconsciente que dá as coordenadas da ação do homem na sua vida diária.

Não é possível abordar diretamente o inconsciente (Ics.), o conhecemos somente por suas formações: atos falhos, sonhos, chistes e sintomas diversos expressos no corpo. Nas suas conferências na Clark University (publicadas como Cinco lições de psicanálise) nos recomenda a interpretação como o meio mais simples e a base mais sólida de conhecer o inconsciente.

Outro ponto a ser levado em conta sobre o inconsciente é que ele introduz na dimensão da consciência uma opacidade. Isto indica um modelo no qual a consciência aparece, não como instituidora de significatividade, mas sim como receptora de toda significação desde o inconsciente. Pode-se prever que a mente inconsciente é um outro "eu", e essa é a grande ideia de que temos no inconsciente uma outra personalidade atuante, em conjuntura com a nossa consciência, mas com liberdade de associação e ação.

O modelo psicanalítico da mente considera que a atividade mental é baseada no papel central do inconsciente dinâmico. O contato com a realidade teórica da psicanálise põe em evidência uma multiplicidade de abordagens, com diferentes níveis de abstração, conceituações conflitantes e linguagens distintas. Mas isso deve ser entendido em um contexto histórico cultural e em relação às próprias características do modelo psicanalítico da mente.

Profissionais

                   Bahia                  

Salvador

  • Danielle Santos

Email: danisantos.edu@gmail.com

Fone: (71) 98221-7800

  • Rosangela Matos

Email: rosangelamta@yahoo.com.br

Fone: (71) 99981-7693

  • Sheyna Vasconcellos

Email: nippsis@yahoo.com.br

Fone: (71) 99349-8267

                 Brasília                 

Distrito Federal

  • Elba Ribeiro Cevero

Email: elbagnose@yahoo.com.br

Fone: (61) 99842-5436

  • Josevony Simioni de Moraes

Email: josevony@gmail.com

Fone: (61) 99876-9048

  • Maria do Amparo Félix

Email: terapiatotalis@gmail.com

Fone: (61) 99127-6095

  • Ronaldo de Mattos

Email: ronaldodemattos@ronaldodemattos.com

Fone: (61) 99223-5777

                   Ceará                  

Fortaleza

  • Francisca Nilça Vieira

Email: nilavieira@yahoo.com.br

Fone: (85) 99988-6875

Ceará - Outras Cidades

Ipueiras

  • José Valdir da Silva

Email: mister.valdir@gmail.com

Fone: (88) 99814-9252

            Espírito Santo           

Vila Velha

  • Fernanda P. Barbosa

Email: fernandapbpsicanalise@gmail.com

Fone: (27) 99989-5858

                    Goiás                  

Goiânia

  • Marcia Gaioso Cardoso de Sousa

Email: marcia.gaioso2010@gmail.com

Fone: (62) 98112-7177

Goiás - Outras Cidades

Anápolis

  • Amoz de Oliveira

Email: amozdeoliveira@hotmail.com

Fone: (62) 99144-2802

  • Edmilson Canuto

Email: edmilson.canuto_@hotmail.com

Fone: (62) 99969-6586

             Minas Gerais            

Belo Horizonte

  • Carmem Farage

Email: carmemfarage@gmail.com

Fone: (31) 99924-3333

Email: gabipsico2003@yahoo.com.br

Fone: (31) 98624-8533 / 3250-3175

  • Priscila De Faria Gaspar

Email: priscilagaspar@terra.com.br

Fone: (31) 99312-8269

Minas Gerais - Outras Cidades

Belo Oriente

  • Juarez Aparecido da Silva

Email: juarezaparecido@oi.com.br

Fone:  (31)99242-5358

Coromandel

  • Daniela Cristina Caetano e Silva

Email: danicriscaetano@gmail.com

Fone: (34) 98820-7800

                 Paraná                  

Curitiba

  • Ana Paula Dilger

Email: ana.dilger@hotmail.com

Fone: (41) 99929-2028

  • Mariana Ribeiro Porcides

Email: mariporcides@gmail.com

Fone: (41) 98808-5338

Paraná - Outras Cidades

Londrina

  • Gustavo Konrado Jr.

Email: gkonradojr@gmail.com

Fone: (43) 3347-6060 / 99622-5034

            Rio de Janeiro           

Rio de Janeiro

 

  • Marcos Alexandre da Silva Conceição

Email: amapg2013@gmail.com

Fone: (21) 96955-3431

Rio de Janeiro - Outras Cidades

Araruama

  • Quezia Carvalho

Email: qziacarvalho.psi@gmail.com

Fone: (22) 98167-8228

Arraial do Cabo

  • Meire Gazio

Email: meiregazio@hotmail.com

Fone: (21) 96955-6343

Duque de Caxias

  • Paulo César dos Santos

Email: paulosanto5620@gmail.com

Fone: (21) 96404-3557 / 96808-2521/ 2671-9617 

  • Valdeci da Silva Pose

Email: valdecipose@hotmail.com

Fone: (21) 99527-6342

Maricá

  • Marcos Alexandre da Silva Conceição

Email: amapg2013@gmail.com

Fone: (21) 96955-3431

           Santa Catarina          

Florianópolis

  • Adriana Candido

Email: adrianacandido@gmail.com

Fone: (48) 99637-2603

  • Alana Fantin

Email: contato@alanafantin.com.br

Fone: (48) 99815-9557

Santa Catarina - Outras Cidades

Biguaçú

  • Marcelo da Costa

Email: pr.marcelo da costa@hotmail.com

Fone: (49) 99990-5727

      Terapeutas no Exterior      

Londres - UK

 

  • Alessandra Ribeiro Moitas

Email: alemoitas1@gmail.com

Fone: 07399851549

Portugal

  • Fernanda de Sousa e Castro Noya Pinto

Email: fernandascnp@gmail.com

Fone: 351 910 002 629 - Portugal

                São Paulo              

São Paulo

  • Adriana Rinco

Email: adrianarinco.psicanalista@gmail.com

Fone: (11) 97463-3999

  • Andrea Alvares

Email: andrearodov@yahoo.com.br

Fone: (11) 98202-1873

  • Barbara Luiza de Lima Valeriano

Email: barbaralvaleriano@gmail.com

Telefone: (11) 98904-3136

  • Carlos Alberto de Almeida Trugilho 

Email: carlostrugilho@hotmail.com 

Fone: (11) 99988-9455

  • Claudia Arbex

Email: clauarb@hotmail.com

Fone: (11) 99493-7771

  • Daniela Duarte Tavares

Email: danieladuarteterapeuta@gmail.com

Fone: (11) 98107-7137

  • Deise Zamboni

Email: deisezamboni@gmail.com

Fone: (11) 99236-5702

  • Fabio Mocci Camargos

E-mail: contato@fabioterapeuta.com.br

Fone: (11) 98695-4145

  • Fátima Luzia

Email: mfatima.luzia@gmail.com

Fone: (11) 99316-6806

  • Glaucia Mosconi

Email: glauciamosconipsi@gmail.com

Fone: (11) 2849-5329 / 95367-5360

  • Jussara Rejane Ribeiro

Email: jurejane@gmail.com

Fone: (11) 96050-9562

  • Nathália Tavares de Jesus

Email: nathy_tavares13@hotmail.com

Fone: (11) 96857-9908

  • Paulo Henrique Quintana

Email: paulo_quintana@hotmail.com

Fone: (11) 98201-7507

  • Roberta Mokrejs Paro

Email: roberta.parop@gmail.com

Fone: (11) 98448-4334

  • Rodrigo Buoro

Email: rodrigobuoro@consultorfuncional.com

Fone: (11) 96068-9403

  • Sano Hein

Email: sanohein@gmail.com

Fone: (11) 97985-5882

  • Sonia Pires

Email: spirespsi@gmail.com 

Fone: (11) 99768-3816

  • William Ronan

Email: contato@escolasuperiordecienciashermeticas.com

Fone: (11) 69069-7970

São Paulo - Outras Cidades

Américo Brasiliense

  • João Pedro Do Carmo

Email: jaopedrotj@gmail.com

Fone: (16) 99711-5544

Campinas 

  • Giulia Caruso

Email: contato@harmonizaconcept.com

Fone: (19) 99119-0647

  • Mariana Broca

Email marianapavani@gmail.com

Fone: (19) 99753-8573

  • Valeria Caruso

Email: contato@harmonizaconcept.com

Fone: (19) 99119-0647

Sertãozinho

  • Nayara Tobias Vieira

nayaratobiasvieira@gmail.com 

Fone: (16) 99193-9670

Sorocaba

  • Luiz Martin

Email: luva61@gmail.com

Fone: (15) 98138-2285

© Copyright 2020 - Todos os direitos reservados - Portal Terapeutas S/A - Todos os Terapeutas reunidos num só lugar

As informações disponibilizadas são de total responsabilidade de seus autores e tem caráter apenas informativo, não podendo, jamais, ser utilizadas em substituição a um diagnóstico médico ou de outro profissional habilitado, eximindo os administradores deste site de qualquer responsabilidade legal advinda da má utilização delas.